sábado, 17 de dezembro de 2011

Para que pressa?







Tem um ditado popular que diz que "o apressado come crú" ou ainda outro "a pressa é a inimiga da perfeição"... Eu gosto de dizer que "a pressa é a inimiga da refeição" usando um trocadilho, mixando os dois. Enfim... Venho aqui para escrever sobre a pressa que tanto acompanha as pessoas da modernidade.
Em alguns casos, a pressa resulta da pressão, que por sua vez provém, possivelmente, de um desleixo. Por exemplo: uma professora passa um trabalho para os alunos e alguns deles, inevitavelmente, acreditam que não precisam se importar tanto com isso, pois têm outras coisas a fazer. Isso é o desleixo e dele vai resultar a pressão, porque quando a professora vai cobrar o trabalho dentro do prazo, sem se importar se os alunos fizeram ou não. Então, estes farão seus relatórios com pressa, o que vai resultar num trabalho mal feito.
Assim também ocorre no trabalho, quando o chefe dá uma tarefa e nós, primeiro, vamos responder as mensagens de nossas conversas de MSN, ou vamos visitar nossos perfis de redes sociais... Enfim, colocamos a tarefa em segundo plano (desleixo), até que o tempo esteja se esgotando (pressão) e façamos tudo às pressas, correndo e sem a atenção necessária.
A pressa também nos faz passar pela vida sem realmente viver. Passamos a maior parte do tempo correndo de casa para o trabalho e vice e versa, com nossos carros e nossas motos, ou mesmo de ônibus. O fato é que não nos damos ao prazer de parar por um minuto e ver a beleza de uma flor que se abre. Não paramos sequer para respirar profundamente num parque da cidade. Não contemplamos o céu e o sol que estão ali para nós todos os dias, como um presente maravilho de Deus. Nem mesmo damos atenção para o cachorro que vem mendigar algum carinho ...
Bom, acho que dá pra ter uma ideia do que estou tentado dizer.
Se não tivéssemos tanta pressa, faríamos tudo melhor e com prazer. Com certeza também diminuiriam os acidentes de trânsito e o stresse... Vamos pensar nisso! Sempre há tempo para mudar e ser melhor. Afinal para evoluir estamos aqui!

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