sábado, 28 de julho de 2012

Isso é lamentável!

Mais uma vez, vejo o comportamento abominável de certas pessoas. Um rapaz de 24 anos assassinou (cruelmente) sua ex-companheira e a mãe dela em Carazinho. Aí pergunto: Para quê? O que esse desgraçado ganha com isso além de uma acusação por duplo homicídio e da responsabilidade por traumatizar duas crianças? O que o levou a fazer isso? Há justificativa?
Não possuo as respostas para tantas perguntas, exceto para a última: NÃO! 
Confesso, aqui, que não sei o que pensar de pessoas como esse indivíduo. Aliás, salvo alguns seres humanos, os demais não valem nada. Matam animais por diversão em caçadas, cortam árvores o tempo todo, são gananciosos, mentirosos, traiçoeiros e, é claro, matam uns aos outros como se tivessem esse direito. 
A vida é uma preciosidade que nós, humanos, não deveríamos nunca pensar em tirar. É triste, porém, que exista pessoas capazes de olhar nos olhos de outra e esmagar o gatilho de uma arma, ou cravar uma lâmina em seu corpo, pondo um ponto final a uma existência. 
Lamentável, também, é a quantia de gente que reclama de sua vida, achando que melhor é morrer e, na maioria das vezes, pedindo por isso. Com vidas sem grandes problemas, além dos que elas mesmas criam por sua fraqueza emocional, por que simplesmente não se mexem para dar um novo rumo para a existência?
Particularmente, isso é falta de crença, pois, uma vez que a pessoa crê algo, a tendência é que ela siga um determinado caminho e, dessa forma, não existe espaço para pensamentos baixos de destruição.
Que me perdoem os céticos de plantão, mas a verdade que encontrei para minha vida envolve uma porção de espíritos, que podem ser mais ou menos evoluídos. Muitos deles ficam o tempo todo ao nosso redor, especialmente aqueles que ainda não foram capazes de encontrar a luz no pós-morte. Ficam perdidos, vagando e onde encontrarem uma porta aberta, eles irão entrar... 
Não é preciso falar dos espíritos vingadores. Eles existem sim! E todas as pessoas têm uma tendência natural a atuarem como canais recebendo boas ou más energias; tendo seus pensamentos influenciados pelo bem ou pelo mal.
Então, fica a dica, para não se tornar um joguete nas mãos do desconhecido, acredite em qualquer coisa que possa elevar seu espírito, seja Deus, sejam Deuses, espíritos... qualquer coisa mesmo! Caminhe para a luz e não para longe dela. Seja dono dos seus atos, pois se a sua mente for fraca e se seu espírito vulnerável, esteja certo de que forças ocultas vão usar você para fazer coisas como essa que esse garoto bocó fez.


domingo, 22 de julho de 2012

De onde vêm o material dos sonhos?

     Olá caro leitor, se você clicou neste post, é porque se interessou pelo assunto "sonho". O mundo dos sonhos é algo complexo, em torno do qual pairam diversas teorias a respeito do material que utilizado na criação do que chamamos "sonho". Revelações de desejos, medos, ansiedades, um retrato da vida do espírito enquanto o corpo repousa... 
    Sigmund Freud, após investigar esse fascinante território de devaneios, enumerou algumas características: 
  1. Para sonhar é necessário eliminação motora;
  2. As ligações do sonho são em parte contra-sensos ou imbecis e sem sentido, porém, raramente insensatas. "O último caráter ex-plica-se pelo fato de que no sonho domina a compulsão associativa, como primariamente na vida psíquica em geral";
  3. Sonhos apresentam representações alucinatórias, que despertam consciência e encontram crença;
  4. É possível determinar com certeza o objetivo e o sentido dos sonhos normais, pois são realizações de desejo, por isso, processos primários segundo vivências e só não são reconhecidos como tais porque neles a liberação de prazer (reprodução de traços de eliminação de prazer) é pequena, porque decorrem quase sem afeto (liberação motora)
  5. Má memória e o prejuízo - acontece de quando a pessoa acorda, ter apenas uma vaga sensação de ter sonhado, mas não poder contar detalhes do sonho.  
     Freud atinha-se às manifestações psíquicas do sonho, para ele, o conteúdo do mesmo era criado a partir de memórias. Por exemplo, uma pessoa poderia ir a uma biblioteca e dar uma breve olhada em um livro de latim. Então, poderia passar-se muito tempo e, em uma bela noite, ela teria um sonho onde estaria falando as palavras lidas latim, ou mesmo escrevendo-as. Um estudioso de sonhos, dentro de algum tempo, talvez descobrisse que o material de tal veio daquela simples visita à biblioteca. 
     O autor também acreditava que estímulos externos poderiam interferir no sonho. Isso é bem verdade. Particularmente, acontece de deixar vídeos rodando à noite no computador e momentos antes de acordar, vozes dos personagens atuantes no momento, começam a entrar no sonho. E, provavelmente já aconteceu de alguém deixar um celular, rádio-relógio, despertador, programado para despertar e quando isso acontece, no sonho, passa-se a ouvir um barulho estridente, como se o despertar estivesse ocorrendo ali, mas quando se desliga o o despertador no sonho, o som continua.
     Por sua vez, Kardec, no Livro dos Médiuns, diz que os sonhos "podem ser uma visão atual de coisas presentes ou ausentes, uma retrospectiva do passado, ou, em alguns casos excepcionais, um pressentimento do futuro". Ainda na visão dele, o espírito está preso em sua  couraça de carne e quando se dorme, ele desfruta alguma liberdade. Por isso, algumas vezes os sonhos parecem tão estranhos e mostram coisas absurdas. O sonho "é frequentemente uma lembrança dos lugares e coisas que viste e verás [...]".
     O que posso dizer com certeza é que somos impressionáveis. Muitas vezes acreditamos em qualquer coisa que nos digam. Uma vez, quando me falaram que quando você sonha com uma pessoa, é porque sua alma tinha estado com a dela... Resultado: paguei o maior mico falando coisas a uma colega com quem eu sonhara à noite. Aprendi que ninguém tem o conhecimento da verdade absoluta. Tudo o que temos é mutável. Hoje é verdade, amanhã virá alguém e dirá que existe outra possibilidade. Então, deve-se analisar o sonho sob o máximo de ângulos possíveis, como uma retrospectiva do passado, onde se recorda coisas vistas e vividas; uma extensão do presente, em que se revive situações do momento; como uma possibilidade futura, de onde se pode tirar alguma mensagem para a vida.