sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Refletindo!

Hey boys!  (como diria o Crowley do Sobrenatural)
Hey girls! (porque não podemos esquecer as mulheres)

Já pararam para pensar nas coisas que acontecem ao seu redor? No porquê de acontecerem de tal manira? Como, pouco a pouco, e às vezes até aceleradamente, as coisas estão sendo destruídas. Ontem, enquanto revia a épica batalha de Atena contra Poseidon, no anime Cavaleiros do Zodíaco, minha mente matutava pensamentos sobre a nossa atual realidade. Eu voltava anos atrás, para um momento em que li sobre a Terra passar por um período de renovação e que depois disso haveria muita paz. Também lembrei de quando li uma passagem no livro de Gênesis, sobre dois anjos de Deus que diziam que devido ao agravo do pecado de duas cidades, Sodoma e Gomorra, elas seriam destruídas por Deus com fogo e enxofre caindo do céu. Abraão então intercedeu consecutivas vezes pelo povo sodomita, e Deus ao final lhe respondeu que se houvesse em Sodoma dez justos na cidade, ela não seria destruída. Outra coisa de que lembrei, foi de algo que li no livro "Nosso lar", sobre espíritos que eram incumbidos de nortear aqueles que morriam nas guerras... 

De toda forma, o momento é para reflexão, pois isso falta nas grandes cabeças mundiais, pois do contrário não estaríamos caminhando para uma terceira grande guerra. Quando eu frequentava um centro espírita, no final de cada palestra, diziam que cada pessoa, ao término do dia, deveria tirar um momento para pensar se havia dado o seu melhor. Se havia feito tudo o que podia por si mesmo e pelo próximo. Se havia lutado contra injustiças, praticado a bondade, enfim... Se havia aproveitado as oportunidades que a vida dá para que o espírito evolua. Confesso que não faço isso. De fato, acredito que nunca tenha feito. Todavia, para minha vida, adotei uma ideologia simples: não quero para mim, não faço para outros. Se gostaria que fizessem para mim, então faço para os outros. Funciona bem para mim. Mas nem todos pensam assim e não conseguem ou não querem perceber as ações erradas que praticam.
Como estou falando sobre reflexão, quero perguntar: Quantos de vocês tem Facebook? Quantos de vocês souberam sobre a catástrofe da França? Quantos de vocês ostentam as cores da bandeira francesa em suas fotos de perfil? Quantos de vocês realmente se importam com isso? Quantos de vocês apenas foram na onda? - Pensem a respeito. Quantos de vocês não são hipócritas? 

Lamento profundamente pelas tragédias atuais. Tanto as que ocorrem pelas mãos dos homens, como as que vêm pela ação da natureza. Temo por uma guerra que nada vai trazer além de morte e destruição. Apelo para que os punhos de ferro do mundo elevem sua moral e deixem de dar vazão as amplas asas da escuridão.  

Somos seres humanos, animais abençoados com o dom da inteligência. Somos capazes de nos aperfeiçoar sempre, de diferenciar coisas, de agir guiados por algo mais que puramente instinto. Contudo, alguns de nós são verdadeiros monstros, incapazes de sentir qualquer coisa por algo além de seu próprio ego. Não importa o porquê, ninguém, jamais, tem o direto de tirar a vida do outro. A Terra já passou por duas grandes guerras e vários outros conflitos ao longo da história. Será que, com todo o nosso potencial para aprender, não conseguimos pensar em maneiras diferentes para sanar qualquer rivalidade se não pela guerra e pela destruição? 

Sejamos justos, então, para que por nós a destruição não venha!
  


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Politicamente incorreto - colocando a vírgula no lugar certo

Você já parou para pensar na importância da vírgula em uma sentença? 

Não se assuste! Isso não é aula de português. 

Quero apenas introduzir que ao assistir a série "Politicamente incorreto", deparei-me com algo que era quase uma aula de português, elucidando sobre a importância de se saber usar bem uma vírgula e como colocá-la em lugar errôneo pode prejudicar o sentido daquilo que se pretende dizer, prejudicando, no caso da série, até a índole da pessoa.

Politicamente incorreto é uma série que foi ao ar no canal FX, estrelada por Danilo Gentili, que encarnou o deputado Atílio Pereira, filiado ao partido fictício do PDU. 
Particularmente, achei interessante, a série parece querer ressaltar, com ironias, como a política é feita no Brasil. Mostra vários aspectos que talvez o telespectador não assimile numa primeira vista, mas meu conselho é que veja de novo, porque há mais do que simplesmente humor ali.  

Enfim, um dos pontos que chamou minha atenção foi um pronunciamento do deputado Atílio Pereira, tentando se justificar em um processo onde era acusado de racismo, após ter pronunciado, na mídia, a frase "Olha só como limpa bem o preto".

No plenário, o deputado sugere que se torne obrigatória a pronúncia da vírgula, e, para cada uma, o indivíduo usasse um estalo de dedos. A partir disso, vários outros políticos sugerem formas particulares para fazer essa pronuncia. Vira bagunça. O fato interessante é a explicação que o deputado Atílio faz para se safar das acusações de racismo.

Ele pega as seguintes frases e apenas modifica a vírgula de lugar

Limpa bem o preto > Limpa bem, o preto.  
Não sou envolvido com o jogo do bicho. > Não, sou envolvido com o jogo do bicho.
Meu gabinete resolve, nada fica às moscas. > Meu gabinete resolve nada, fica às moscas.
Não sou negro graças a Deus. > Não, sou negro graças a Deus.


E aí gente, conseguiram identificar o teor das mudanças nas frases?

É isso aí! Fica a dica para quem gosta de humor: Politicamente incorreto.



   

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Verdade ou mentira? Faz mal?

Na teia de informações digitais, cada um pode ser dono da verdade, basta que alguém dê crédito!


Estava eu, ainda há pouco, navegando em uma rede social, quando me deparei com um alerta referente a determinados refrigerantes famosos que, certamente, muita gente já bebeu ao longo da vida. Segundo esse informe, era fato confirmado que 
Vinte e três pessoas já passaram pelo Hospital das Clínicas com um mesmo sintoma: falta de atividade renal e o aparecimento de tumores no reto. Todos os internados relataram o começo das dores e a consequente internação após ingerirem altas doses de desses refrigerantes. 
Pesquisas realizadas pelo renomado Instituto Fleury, apontaram grande quantidade de Fenofinol, Almeido e Voliteral, substâncias tóxicas e que causam, respectivamente, a má atividade dos rins e câncer (TRECHO DA MENSAGEM QUE ESTÁ CIRCULANDO NA INTERNET).
Depois de ler algo assim, é possível acreditar ou desacreditar. Porém, mesmo quando não se dá crédito, surge aquela pulguinha atrás da orelha. Então, vem a questão: verdade ou mentira? - Pela lógica, a primeira coisa a se fazer numa situação de dúvida, é checar a veracidade da informação. É isso que se supõe que um repórter deva fazer, por exemplo, antes de sair espalhando boatos. - Então, procurei por informações sobre a tal informação e logo encontrei uma nota de um reconhecido jornal, afirmando que tudo não passava de lorota. 
A mensagem, que trás informações alarmantes sobre consumidores que teriam desenvolvido câncer após o consumo do produto, é um boato que circula na internet há mais de 10 anos (O GLOBO - http://oglobo.globo.com/).
Fica a dica: sempre ir atrás das fontes das notícias, para comprovar veracidade. Só assim, podemos emitir uma opinião acertada sobre determinado assunto. Sempre que você criar uma notícia, apenas para testar a reação das pessoas, deixe claro que é ficção.  

Agora, tornando a falar sobre refrigerante, é sabido que tem efeitos negativos no corpo humano, assim como o álcool, o cigarro e muitas coisas mais. Mas quais são os efeitos do refrigerante afinal? - Segundo o site Corpo a copro, refrigerantes têm alto teor de açúcar, que eleva seu valor calórico, prejudicando a boa forma, propiciando o aparecimento de cáries, especialmente em crianças; compostos presentes em sua composição, como sódio, corantes, acidulantes e conservantes podem causar sérios riscos à saúde do corpo humano  a médio e longo prazo. “O consumo da bebida pode resultar em retenção hídrica, visível inchaço nas pernas e membros inferiores, comprometimento do trato gastro intestinal, sensação de empachamento durante a refeição, desconforto gástrico etc.”, explica a nutricionista Vanessa Suzuki".
De acordo com Andréa Santa Rosa Garcia, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, o valor nutricional do refrigerante é quase nulo. "As variações cola, em especial, contam com uma grande quantidade de fosfatos, que, em excesso, provocam o enfraquecimento dos ossos através da liberação do cálcio. Dessa forma, é facilitada a incidência de doenças ósseas, como a osteoporose.
Anos atrás, assistindo a um programa de ciências, observei uma experiência: o apresentador pegava um osso de galinha e botava num corpo de refrigerante cola durante uma semana. Quando, após o período de observação, ele retirava o osso do copo, o mesmo estava com a consistência de uma borracha, tanto que, quando o apresentador o deixou cair no chão, ele saiu picando como uma bola. Para quem quiser ler a respeito de uma experiência similar a que contei, acesse: http://anaissaloes.canoas.ifrs.edu.br/index.php/anais/article/view/156.

Fica a dica: refrigerante prejudica a saúde sim, a médio e longo prazo, como tantas outras coisas que fazem parte de nossa vida. A escolha de beber ou não, cabe a cada um. Tenhamos em mente que sempre é possível trocar um copo de refrigerante por um copo de suco natural, chá ou água. Pensemos que quando menos industrializado for aquilo que ingerimos, menos mal nos fará.

Agora, para finalizar eu pergunto, se em vez de ser um boato, a informação fosse real. Os milhares de adeptos dos refrigerantes em questão aceitariam? A empresa admitiria? A mídia informaria? Enfim, dei meu recado. Pensar nunca é de mais!  

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Conselhos? Que tal?

E aí povo da internet? Beleza?

Faz muito tempo que não posto nada. Eu sei. Também minhas postagens não fazem falta para ninguém. Tenho certeza de que vocês tem mais o que fazer do que perder dois minutos para saber o que uma estranha como eu pensa. Enfim, hoje eu vou falar sobre dar conselhos. Por que toda vez que vemos um amigo passando por alguma dificuldade, dizemos a ele "quer um conselho?", "Se eu fosse você faria...",  Por aí vai...

Eu não sou o tipo de pessoa que fica procurando respostas nos livros (leitura é algo fantástico para a saúde da mente e tantas coisas mais, por isso leia sempre). Não sou racional, mas uma pessoa que sente. Se você me perguntar, tudo é possível de ser sentido. Sabe quando você ouve um músico tocando e percebe que algo falta na performance dele? Pois é, muitas vezes é uma coisinha chamada feeling.

Eu gosto de pensar e sentir a respeito das coisas... O que penso sobre conselhos? Bem... 

1) Pessoas convivem entre si. Elas gostam de se sentir de bem com a vida, de ter aquela básica ilusão de felicidade. Quem não gosta? Logo, quando alguém do círculo de convivência enfrenta problemas, isso reflete em sua energia, de modo que, aqueles que estão ao seu retor sentem essa mudança. Creio que quando alguém está infeliz e seu padrão vibratório está baixo, sua energia é como um veneno para o ambiente em que está. Dessa forma, parece correto que amigos e conhecidos tentem ajudar por meio de conselhos. Isso para que o padrão vibratório do infeliz seja normalizado e, por consequência a energia do grupo como um todo seja restaurada. 

2) Pessoas são solidárias e se importam umas com as outras. Claro! E Papai Noel se veste de auzl... Bem que eu gostaria de acreditar num mundo despretensioso, onde pessoas não fingem se importar com você. Todavia, o que meus olhos veem não classifica o mundo como um lugar amigável, solidário, empático... O que importa é o EU, o VOCÊ e os demais pronomes são consequências do EU. Inclusive pode acontecer de quem aconselha não querer uma real solução para o problema de quem a escuta, mas o contrário, pretende contribuir para que o indivíduo se afunde um pouquinho mais.

O fato é que pessoas são complexas e intrigantes. Podem ser bonitas por fora e monstros por dentro. Os gregos clássicos gostavam de retratar a beleza do ser humano. Alguns escritores exploram o mal que há em cada ser. É correto dizer que nada é como parece. Confiar é complicado. Agora você, leitor, sabe um pouco do que eu penso sobre pessoas que dão conselhos... E você, o que pensa?