terça-feira, 18 de junho de 2013

Um por todos e todos por um!

A união faz a força! 


     


 

Em qualquer situação, um homem que tenta mudar o mundo sozinho apenas consegue plantar uma sementinha da mudança, na melhor das hipóteses, mas quando vários homens lutam pelo mesmo ideal, a mudança pode acontecer em grandes proporções.

A história prova isso. Por exemplo, em 1992, o povo se uniu e conseguiu que se realizasse seu "impeachment" do presidente Collor. Esse foi um dos acontecimentos mais marcantes, politicamente falando, para uma criança de nove anos que frequentava a escola, na 3ª série, e via sua professora de religião pedir um trabalho sobre plebiscito, que atualmente é convocado antes da criação da norma (ato legislativo ou administrativo), e são os cidadãos, por meio do voto, que vão aprovar ou não a questão que lhes for submetida.
Depois disso, ela presenciou várias manifestações e greves até se afastar completamente da política. Porém, quando esse monstrinho bota suas garras para fora, leva todos para o seu mundinho e a menina, já crescida, deparou-se com uma situação em que o povo, que por tempo fora rotulado como "alienado" rebusca a força de seus ancestrais e vai à luta uma vez mais. 

"Não é apenas por vinte centavos" e por muita grana arrecada com impostos. O povo quer saber onde está seu dinheiro. O povo também não quer impunidade para os criminosos, pois mesmo sob o colarinho branco, ainda os são. Investigar os crimes da ditadura? De que adianta investigar o passado? Já não aprendemos bastante sobre ele na escola? Temos que nos concentrar no presente para que possamos ter um futuro, pois quem vive de passado é antiquário ou museu. 

"Vox populi, vox dei". Assim diz o ditado. Se é voz de Deus ou não, não importa, o fato é que a união não faz açúcar, faz força. "Um por todos e todos por um!" Sempre com a mão na consciência para não cometer os mesmos erros outra vez. "Com paciência e sem violência". "Com idealismo e sem vandalismo".  

terça-feira, 4 de junho de 2013

Quanto pesa?

O que você faria se fosse Deus?


Se eu fosse Deus, tivesse criado o mundo e posto nele minha criação mais sublime, à qual conferi o privilégio do livre arbítrio, hoje, eu fecharia os olhos. Sim! Pois, como diz o ditado, o que os olhos não veem, o coração não sente. Somente com os olhos fechados eu poderia controlar minha ira; a vontade de mandar um novo dilúvio e varrer a humanidade corrompida da face da Terra. 
Os seres humanos, em sua essência, são fantásticos. Belos, inteligentes e têm capacidade de aprender com seus erros... evoluir. Sua capacidade para criar é incrível. Mentes humanas criaram belíssimas histórias, personagens, mundos... Contudo, esses seres tão capazes e apreciáveis são intrigantes e em casos decepcionantes. Mentes humanas foram capazes de bolar crimes e hediondos contra si e seus contemporâneos.


O que há de errado com a gente? O que nos leva a escolher errado? 

Provavelmente Deus se pergunta em que ponto da criação Ele errou para que a coisa desandasse desse jeito. Homens que machucam, matam e, pasmem, mas acontece, às vezes, até comem seus iguais... Homens que não hesitam agir contra criaturas que são tidas como suas melhores amigas, como cães e gatos... 
É claro que muitas pessoas não creem nesse papo de Deus e demônio. Talvez o último não exista, mas podemos sentir e ver claramente suas ações na Terra. Ele anda livre dentro da mente de algumas pessoas.
Acredito serem poucas as pessoas temerosas, que pensam no depois e não somente no agora. 
Desde a antiguidade, existe esse conflito do bem contra mal no interior das pessoas e várias formas de conter o instinto da maldade foram moldadas paras as sociedades ao longo da história. Há sempre uma tentativa de manter a ordem. Por exemplo, o povo egípcio tinha uma religião politeísta, ou seja, com várias divindades sagradas. Entre elas, quero lembrar Osiris, que assumia uma importante função como  "responsável pelo julgamento dos mortos no “Tribunal de Osíris”, onde pesava o coração do morto para avaliar se este mereceria uma vida no além". 
Quanto pesaria nosso coração? - Cabe a cada um responder essa pergunta. - Se para alcançarmos o "reino do além" o peso de nosso coração não pudesse ultrapassar o de uma pena, alcançaríamos? - Enfim, cada um sabe de si.
Agora, é de sentir vergonha de pertencer à raça humana, os fatos de alguém ser capaz de jogar um cachorro de uma ponte diretamente na água; o filho matar o pai; o marido trair a esposa e vários outros comportamentos. 
Com a "religião" tão defasada, os valores morais tão em baixa, o que há hoje para nortear o comportamento humano além de leis criadas pelos próprios homens, falhas, de cujas punições se pode escapar com dinheiro?
Uma profunda reflexão é necessária da parte de todos, especialmente em uma época de "valores virtuais" como esta em que vivemos. A hipocrisia deve ser deixada de lado para que soluções reais possam aparecer para o problema da "inconsciência humana".